Vistoria de entrada e saída com laudo fotográfico, aplicativo para o vistoriador em campo e o histórico completo de cada imóvel — no lugar da planilha, do WhatsApp solto e do laudo que cada um escreve de um jeito.
Quando o inquilino devolve o imóvel, a conversa sobre o que estragou depende inteiramente do que foi registrado na entrada. Foto perdida no celular de quem já saiu da empresa, laudo em Word sem padrão, estado do item descrito de um jeito diferente por cada vistoriador — cada uma dessas falhas vira desconto no caução, discussão com o proprietário ou processo.
O vistoriador não escreve um texto livre: ele escolhe cômodo, item, descrição e estado a partir de um catálogo. Dois profissionais diferentes descrevem a mesma parede do mesmo jeito, e isso é o que torna a comparação possível.
Cada item registrado carrega suas fotos, guardadas no servidor do sistema e replicadas na conta de fotos da gestora. Não dependem do aparelho, nem do vistoriador continuar na empresa.
Na vistoria de saída, o sistema traz o que foi registrado na entrada do mesmo imóvel. A diferença deixa de ser memória de alguém e passa a ser um documento com foto, data e assinatura.
Tudo nesta lista está em operação. Nada aqui é planejado ou em desenvolvimento.
PDF com capa, dados do imóvel, medidores, tabela de itens por cômodo, fotos numeradas, termos de responsabilidade e campo de assinatura das partes e testemunhas. Pronto para anexar ao contrato de locação.
Android. O profissional percorre o imóvel pelo celular: fotografa cada item, marca o ponto exato na imagem, dita a observação por voz e colhe a assinatura na tela. Recebe as solicitações e aceita, recusa ou pede outro horário sem sair do app.
Cada vistoriador desenha a própria jornada, inclusive fim de semana e feriado. A imobiliária vê os horários livres e reserva na hora de abrir a ordem de serviço, sem telefonema para descobrir se dá.
O vistoriador é avisado da nova ordem de serviço no WhatsApp, com tipo, imobiliária, imóvel e horário. Recusa e pedido de remarcação avisam quem precisa saber. O texto de cada mensagem é editável pela gestora.
O laudo sai do campo, passa pela conferência da gestora e só então chega à imobiliária. Correção pode ser pedida antes de o documento virar oficial — cada etapa fica registrada com autor e data.
Os dados são separados por empresa no banco, não apenas na tela. Perfis de acesso distintos para a gestora, a imobiliária e o vistoriador, com registro de quem fez o quê.
Cópia diária do banco, enviada para armazenamento externo com trava contra exclusão. A restauração é testada, não presumida — e a falha do backup dispara aviso.
O valor de cada vistoria, a parte do vistoriador e a da gestora calculadas por percentual contratado. Visão de recebimentos e repasses para os três lados, com a chave PIX de quem recebe.
A partir dos itens e estados registrados, o sistema propõe o texto descritivo de cada cômodo e o parecer geral. O vistoriador lê, ajusta e aprova — nada entra no laudo sem passar por ele.
Informa o imóvel e o tipo de vistoria, escolhe o vistoriador e reserva o horário direto na agenda dele.
Recebe no WhatsApp e no aplicativo. Aceita, recusa ou pede outro horário. Sem resposta no prazo, a gestora é avisada.
No imóvel, ele registra item por item pelo celular, com foto, estado e observação. Na saída, compara com a entrada.
A gestora revisa, o PDF é gerado e fica disponível para a imobiliária, junto do histórico do imóvel.
Cada um entra com o próprio acesso e enxerga apenas o que lhe diz respeito.
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